quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Flamengo e Lanús

Ontem escrevi um belo texto depois do jogo. Mesmo sem animação consegui elaborá-lo. Estava grande, com os parágrafos necessários e todos os pontos importantes do jogo. Mas apertei o botão errado e não salvei. Tudo foi pro espaço. Igualzinho ao jogo de ontem. E tudo que disse foi sério.


Saudações Rubro-Negras,

Yuri E.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Mercadão

A Estação.

O Mercadão de Madureira é um caso sério. É muita gente, muito calor, e um puuuta de um fedor de merda de cabra. Você vai, compra umas bugingangas qualquer, que às vezes vale a pena, às vezes bate o arrependimento. Hoje não valeu.

O Flamengo está chato, apático e não está fazendo com o que o torcedor se anime a ir ao estádio. Parece que sim e realmente é o torcedor que faz o time correr. Ele não vai, a equipe não corre. E foi o que aconteceu hoje, contra o Botafogo e Olaria.


298, o ônibus da morte.


A parte boa é o Leonardo Moura. Ele anda jogando muito e mesmo com 33 anos, dá umas arrancadas impossíveis de alcançar. Dou meus parabéns ao cara que, mesmo com uma parte da torcida tendo um pé atrás, acho que honra muito a camisa que veste. Camisa que ficou linda, inclusive. Uma pena que vão colocar milium patrocínios. Maravilhosa. Clássica. Limpa.

Ronaldinho perdeu o pênalti e riu. Foi contra o Madureira. Mas com o dinheiro que esse cara ganha, ele tinha que cortar o supercílio todo jogo. E sorrir, com seus dentes grandes e podres.

E Diego Maurício, hein? Esses técnicos ou são 8, ou 80. Luxemburgo nunca usava o Diego Maurício, achei errado. Agora ele vai entrar todo jogo, junto do Negueba. O que acho super errado.

É isso. Não quero Estadual, quero Libertadores. Acho que vocês também.

um cartaz no Mercadão.

Cariocansando


Amigos, aqui estou. Perambulando de Blog em Blog, sempre falando sobre a minha maior paixão. Tentando expor pra vocês, da melhor forma possível, como eu vejo o futebol, o Flamengo, o torcedor e tudo que envolve esse sistema sujo, velho mas eternamente apaixonante, que é o esporte bretão.

Acho que todos, pelo menos os cariocas, tem um certo tesão pelo Campeonato Estadual. Mas garanto que eu sou um dos que mais tenho. Assistir Olaria e Flamengo, na Rua Bariri, num sábado escaldante, pra mim, seria como uma mulher sedutora me chamando. O Campeonato Estadual, apesar dos times do interior, soa como uma sadia briga de bairros para mim. Mas á tá enchendo as bolas.

O Rubinho, presidente da FFERJ, ao meu ver, faz um ótimo trabalho. Mas acho que era urgente reformular esse sistema de Torneio, que preza pelo cansaço e não pela competição. Dezesseis equipes faz com que dure cinco meses o que era pra terminar em três, no máximo. Até porque é nojento ter que assistir essas empresas como Tigres, que há pouco tempo passou pelo Cariocão.

Enfim, hoje tem Flamengo e Madureira. E sinceramente, Joel? Sei que se ganharmos o Campeonato Estadual você vai se gabar como o Rei do Rio. A Mídia vai achar maravilhoso, a torcida mais ainda. Mas queremos a Libertadores.


Abraços,
Yuri Eiras.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A volta do Natalino


Hoje daremos início a um novo projeto. Um novo blog, um novo jeito de escrever através de dois olhares totalmente diferentes. Juntamente com meu amigo Yuri Eiras, falarei sobre um assunto já comum, mas que ainda dá muito pano pra manga: o nosso Flamengo.

Então vamos começar...

Depois de um desgaste catastrófico de Luxemburgo com a diretoria, torcedores, jogadores, faxineiros, roupeiros etc, nossa presidenta Patrícia Amorim resolveu demiti-lo. Vanderlei deixou de ser técnico há muito tempo. A tática já não era mais a preocupação principal dele. Ele queria saber de tudo, menos do posicionamento do time em campo. Queria saber quem tinha ido curtir a noite, queria saber quanto cada um recebia... Em termos, queria mandar em tudo. O resultado dessa aventura do "Pofexô" foi o péssimo desempenho dentro de campo.

Uns dirão: "O Flamengo foi campeão estadual invicto, se classificou pra Libertadores desse ano e melhorou muito sua estrutura com o Vanderlei". Mas isso é muito pouco. Luxa quis implantar o seu projeto, e o Fla prontamente atendeu. Tudo o que ele pediu foi aceito, menos as duras contra Ronaldinho. Fora isso, Luxemburgo teve o Flamengo nas mãos. Pedia jogador, o clube contratava. Vetava jogador, o clube aceitava. Jogamos o ano de 2011 inteiro só com Deivid na frente porque Vanderlei havia ignorado Vágner Love e Adriano, que estavam loucos para voltar.

Me arrisco a dizer que o Flamengo se apequenou com Luxemburgo. Perder uma Copa do Brasil sendo eliminado para o Ceará é papel de time pequeno. Ser goleado por 4 a 0 em pleno Engenhão é papel de time pequeno. Se acovardar usando 4 volantes contra o Real Potosí (quem?) é papel de time pequeno.

O Flamengo precisava de ousadia, de garra, de raça, de vibração. Todos esses ingredientes devem estar chegando da Bahia, juntamente com Joel Santana e sua comissão técnica. Joel dará um choque de emoções no grupo. Muitos ali já foram treinados por ele e admiram seu jeito paizão. É tudo o que o Fla precisa. Joel conhece a Gávea e seus lobos como ninguém e exclusivamente comandará o time à beira do campo. Isso já é o suficiente para o time obter sucesso. Misturar cargos não dá certo.

Na sua quinta passagem pelo Mengo, o Natalino encontrará um grupo bom, jovem e motivado. A saída de Luxa elevou a moral do grupo, que não aguentava mais o jeito ultrapassado do ex-treinador.

Papai Joel tem tudo pra levar nosso clube ao lugar que ele merece estar, que é disputando títulos, e o mais importante: ganhando títulos. A Libertadores que Joel não ganhou em 2008 está aí, se oferecendo à procura de um time com tradição como o nosso.

Abraços e saudações Rubro-Negras.