Hoje daremos início a um novo projeto. Um novo blog, um novo jeito de escrever através de dois olhares totalmente diferentes. Juntamente com meu amigo Yuri Eiras, falarei sobre um assunto já comum, mas que ainda dá muito pano pra manga: o nosso Flamengo.
Então vamos começar...
Depois de um desgaste catastrófico de Luxemburgo com a diretoria, torcedores, jogadores, faxineiros, roupeiros etc, nossa presidenta Patrícia Amorim resolveu demiti-lo. Vanderlei deixou de ser técnico há muito tempo. A tática já não era mais a preocupação principal dele. Ele queria saber de tudo, menos do posicionamento do time em campo. Queria saber quem tinha ido curtir a noite, queria saber quanto cada um recebia... Em termos, queria mandar em tudo. O resultado dessa aventura do "Pofexô" foi o péssimo desempenho dentro de campo.
Uns dirão: "O Flamengo foi campeão estadual invicto, se classificou pra Libertadores desse ano e melhorou muito sua estrutura com o Vanderlei". Mas isso é muito pouco. Luxa quis implantar o seu projeto, e o Fla prontamente atendeu. Tudo o que ele pediu foi aceito, menos as duras contra Ronaldinho. Fora isso, Luxemburgo teve o Flamengo nas mãos. Pedia jogador, o clube contratava. Vetava jogador, o clube aceitava. Jogamos o ano de 2011 inteiro só com Deivid na frente porque Vanderlei havia ignorado Vágner Love e Adriano, que estavam loucos para voltar.
Me arrisco a dizer que o Flamengo se apequenou com Luxemburgo. Perder uma Copa do Brasil sendo eliminado para o Ceará é papel de time pequeno. Ser goleado por 4 a 0 em pleno Engenhão é papel de time pequeno. Se acovardar usando 4 volantes contra o Real Potosí (quem?) é papel de time pequeno.
O Flamengo precisava de ousadia, de garra, de raça, de vibração. Todos esses ingredientes devem estar chegando da Bahia, juntamente com Joel Santana e sua comissão técnica. Joel dará um choque de emoções no grupo. Muitos ali já foram treinados por ele e admiram seu jeito paizão. É tudo o que o Fla precisa. Joel conhece a Gávea e seus lobos como ninguém e exclusivamente comandará o time à beira do campo. Isso já é o suficiente para o time obter sucesso. Misturar cargos não dá certo.
Na sua quinta passagem pelo Mengo, o Natalino encontrará um grupo bom, jovem e motivado. A saída de Luxa elevou a moral do grupo, que não aguentava mais o jeito ultrapassado do ex-treinador.
Papai Joel tem tudo pra levar nosso clube ao lugar que ele merece estar, que é disputando títulos, e o mais importante: ganhando títulos. A Libertadores que Joel não ganhou em 2008 está aí, se oferecendo à procura de um time com tradição como o nosso.
Abraços e saudações Rubro-Negras.
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